terça-feira, 10 de maio de 2011

Say yes to the dress!


Se o assunto é recorrente do blog, pensa na minha vida!
Acabei de ver Say Yes to the dress!, um programa americano que mostra noivas em busca do vestido de casamento dos sonhos. E chorei, mas eu choro toda semana. O Dia das Mães deste ano me deixou mais sensível, ando pensando em casamento, mas não posso me casar.
Tem reality show de um tudo nessa vida, e acho que esses são meus programas preferidos. Após esse, está passando Platinum Weddings, sobre casamentos milionários. No episódio de hj uma menina recebeu do pai USD 1,5 milhão para fazer a cerimônia, oi?!
Sei lá, nesse momento, só tive vontade de pegar o note, escrever no blog e pesquisar coisas de casamento. Estamos em maio, logo mais faço 32 anos, acho que o casamento está voltando aos meus planos de vida. Espero que na próxima vez em que minha mão for pedida, o pânico não se instale...kkk
Bjs

domingo, 17 de abril de 2011

Memories

A memória tem diversos jeitos de guardar nossas lembranças, e a música é uma delas. Fui ao show do Roxette na semana passada... tava com o ingresso comprado desde dezembro, mas a preguiça quase me fez desistir do programa... uma vez lá... senti falta de tanta coisa, senti falta de sair mais, de ter mais tempo para as minhas coisas, mais tempo para mim, e a cada música que resgatava minha adolescência e os mega problemas da época (será q ele vai estar lá, vai me tirar para dançar, tenho prova amanhã, nossa a Malhação tá incrível, hj tem educação física e estou nos dias...etc), senti falta de mim.
Crescer é estranho. É um mal necessário. Por sorte não me tornei a adulta amarga que tanto temia. O sorriso sempre presente e os olhos que falam por mim continuam minhas marcas registradas. Mas ainda assim, sinto falta de mim. E eu nem sei dizer muito bem o que é isso. Meu fds foi atípico. Fiquei em SP. Sexta saí com amigos e joguei conversa fora, sábado trabalhei, depois aniversário de uma nova balzaquiana, mais conversa fora e risadas sem fim, hj almoço com a melhor amiga. Há tempos que não fazia isso. Acho que fiz um pouco de mim.
Que bom que a preguiça não me deixou desistir do show... faça isso por vc tb, não deixe que a preguiça te deixe desistir de sair por ai.
Clique aqui para ouvir um pouco do Roxette: http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=749063765344830529

Bjs

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Por favor, alguém assassine o internetês?


Andar de ônibus me proporciona experiências das mais diversas, esta manhã, por exemplo, vindo para o trabalho, estava em pé e um homem sentado trocava SMS com uma mulher, sua primeira mensagem era de indignação, ele se dizia desesperado por um fone de ouvido pois não aguentava mais as histórias que tinha que ouvir durante a viagem e afirmava que sua primeira providência ao descer do coletivo seria comprar um.
Tá, eu sei, rolou uma invasão de privacidade, mas como disse, eu tava no coletivo, então, ler o SMS alheio nem é tão invasão assim, né?
Nesse meio tempo analisei o cidadão, mais velho que eu, acho que já batia na casa dos 26/37, usava calça, sapato e camisa social, não carregava pasta, mochila, nada, apenas o celular, e se mantinha sério. Imaginei algumas profissões, enfim, fiquei ali, presa aos meus devaneios.
Aí veio a resposta da menina, que não consegui ler. Mas o surpreendente mesmo foi o que o tal homem enfastiado pelas conversas do bus respondeu: Bom dia! Bom trabalho. Bjaum.
Bjaum?! Como assim, uma pessoa nessa idade escreve "Bjaum"?!
Internetês é coisa de adolescente. E já é feio. Afinal, quem ri huahuahua??? E quem "naum" pode fazer seja lá o que for? Peloamordedeus, depois disso ele merece passar a semana ouvindo todas as histórias de ônibus possíveis e imagináveis.
Numa boa, eu não respeito. Se conheço um homem e ele me manda um SMS ou e-mail ou conversa comigo no MSN com essa linguagem, sorry, mas perdeu!
Bjs

segunda-feira, 21 de março de 2011

"Eu tô na fila"

A última frase de Dr. Avery para a Dr. Little Grey no episódio que foi ao ar hoje no Canal Sony foi a que dá o título a este post: "Estou na fila"... Difícil a vida dela, tem o Mc Steamy aos seus pés e o outro bonitão na fila...
A questão aqui é muito maior do que apenas divagar sobre o meu amor pela série... é falar sobre como as pessoas devem ter filas a sua espera mas se prendem em relacionamentos falidos pelas razões mais diversas possíveis.
É bem provável que ter um Avery disponível e afim facilita o fim e encoraja encorajarmos o fim alheio, mas nem tudo são rosas.
Hoje, iniciar um relacionamento tem alguns pressupostos, se você demonstra seus sentinentos, sufoca, se se segura, é fria e distante, e tudo é motivo pra terminar. Quando a coisa engata mas não é satisfatória, ambos tentam manter as aparências e prolongam um romance que já não existe há tempos. É medo de ficar só?
Não sei. Conversar, discutir a relação deveria resolver, afinal, essa é a ideia. Buscar novas formas de dizer a mesma coisa, é a alternativa para quem acredita no relacionamento e quer que ele evolua (sei lá pra onde e pra quê).
A Little Grey jogou de vez tudo pro ar e se jogou nos braços do Avery, que assumiu o primeiro lugar da fila, não sei quantas pessoas têm a coragem de ambos. Mas admiro. Embora, ainda acredite que ela deveria ser menos egoísta e voltar pro Mc Steamy.
Mas isso é só o que eu acho.
Bjs

quarta-feira, 16 de março de 2011

Cecília Meireles


Há quase cinco anos recebi um e-mail com frases de Cecília Meireles, hoje me lembrei dele e aqui divido com vocês:

"Aprendi com a primavera a deixar-me cortar, e a voltar sempre inteira".

"Eu ando sozinha ao longo da noite. Mas a estrela é minha".

"Liberdade, essa palavra que o sonho humano alimenta que não há ninguém que explique e ninguém que não entenda..."

"Quem falou de primavera sem ter visto o teu sorriso falou sem saber o que era..."

"E por perder-me é que me vão lembrando, por desfolhar-me é que não tenho fim".

"Tenho fases, como a lua. Fases de andar escondida, fases de vir para a rua...
Tenho fases de ser tua, tenho outras de ser sozinha".

"Não quero nenhuma promessa nem mesmo para ser cumprida".

"Não ando perdida, mas desencontrada".

"Não te aflijas com a pétala que voa: também é ser, deixar de ser assim".

" Uma palavra caída das montanhas dos instantes desmancha todos os mares e une as terras mais distantes".

In love with

Just the way you are (Bruno Mars)

http://www.youtube.com/watch?v=LjhCEhWiKXk

Oh her eyes, her eyes / Make the stars look like they're not shining / Her hair, her hair / Falls perfectly without her trying

She's so beautiful / And I tell her every day

Yeah I know, I know / When I compliment her / She wont believe me / And its so, its so / Sad to think she don't see what I see

But every time she asks me "Do I look okay?" / I say

When I see your face / There's not a thing that I would change / Cause you're amazing
Just the way you are / And when you smile, / The whole world stops and stares for awhile / Cause girl you're amazing / Just the way you are

Her lips, her lips / I could kiss them all day if she'd let me / Her laugh, her laugh
She hates but I think it's so sexy

She's so beautiful / And I tell her every day

Oh you know, you know, you know / I'd never ask you to change / If perfect is what you're searching for / Then just stay the same

So don't even bother asking / If you look okay / You know I say

When I see your face / There's not a thing that I would change / Cause you're amazing
Just the way you are / And when you smile, / The whole world stops and stares for awhile / Cause girl you're amazing / Just the way you are

The way you are / The way you are / Girl you're amazing / Just the way you are

When I see your face / There's not a thing that I would change / Cause you're amazing
Just the way you are / And when you smile, / The whole world stops and stares for awhile / Cause girl you're amazing / Just the way you are

segunda-feira, 14 de março de 2011

Se acabou, por que continua?

Finais não são fáceis, são mudanças, e elas não são fáceis. As pessoas terminam de um tudo para começar uma nova fase, o romance, o trabalho, o colégio, a faculdade, a vida. Mas o apego tá ali, e a gente não consegue deixar muita coisa para trás.
“Ex (seja lá o q for) é ex porque acabou, e se acabou, tá no passado, já era”, era assim, simplesmente, que minha professora de yoga nos incentivava a seguir em frente sem olhar para trás.
Às vezes tenho a sensação de nunca ter vivido certas coisas, convivido com certas pessoas, com certo ambiente de trabalho... por mais que tenha sido intenso, duradouro, é efêmero. Mas, óbvio, que há coisas que me remoem until now e, talvez, until the end.
Nem tudo o que a gente remói é bom, nem sei se remoer pode ser bom. Não acho que devemos nos sentir culpados por termos superado uma pessoa, um caso, uma situação, mesmo que isso pareça meio ingrato. Mas, a real é que as coisas passam mesmo e o bom é rir de tudo, quando possível.
Tenho observado pessoas que não deixam o passado repousar em paz, tenho me observado. Dia desses pude provar o gostinho de ter resolvido algo pendente, e aí me lembrei das palavras da minha professora de yoga. Levei bastante tempo para “já era”, mas esse tempo chegou... e ainda há muito tempo para os próximos.
Namastê!